PROTÓTIPOS & GT CLÁSSICOS NA ACTUALIDADE

 

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     Porsche Carrera RSR  Carlos Barbot

 Chassis # 911 460 9064

 Motor  # 684 0089 104 3823

 Vendido novo a Sebastian Stroh, Austria

 

Campeonato Mundial de Marcas 1974

30 de Junho  1000 Km Östereichring  Hanno Maurer-Stroh / Werner Ausserhofer, Desisitiu

1975  Peter Lovett  

1976 Unicognac Trophy :      1º St.John Horsfall AMOC, Silverstone

1976 24 Horas de Le Mans:  14º John Rulon-Miller/JP Laffeach /Tom Waugh.

1978 24 Horas de Le Mans:   14ºJohn Rulon-Miller/L.Perkins/G.Spice

1987 restaurado, vendido por Peter Lovett sem número de chassis (?)

Vendido a Chester Wedgewood.

Julho de 1995, vendido para Portugal. Inúmeras provas do CNVC (foto de 1999)

Vendido para o estrangeiro em data indeterminada (2003?)

 

 Porsche Carrera RSR  #911 460 9095_de Robert Giannone 

Chassis # 911 460 9095

Motor    # 684 0102 104 4896

Para mais informações clicar aqui

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Lola T70 em Portugal

Vários foram os Lola T70 que esporadicamente correram em Portugal, nos anos 60 e início de 70, em Vila Real, na Granja do Marquês e até em Angola e Moçambique. No entanto, tanto quanto julgamos saber, nenhum destes Sport britânicos terá sido utilizado por pilotos portugueses. Só mais tarde, muito mais tarde, é que estes carros voltaram às pistas portuguesas, desta vez de forma regular, para alinharem nas corridas de clássicos que começaram a disputar-se em Portugal a partir de meados dos anos 90. Se excluirmos desta lista o MKIII B com que o piloto espanhol Escobedo chegou a alinhar em provas de clássicos portuguesas, ficam mesmo assim dois exemplares habitualmente pilotados por pilotos nacionais: o MKIII azul de Pais do Amamral e o MKIIIb amarelo de Carlos Barbot. Quando estivemos na Boavista conseguimos saber quais os números de série destes "nossos" Lolas T70:

   Assim temos que o Lola T70 MKIII #SL 73/109 pertence ao Miguel Paes do Amaral. Trata-se de um chassis que foi originalmente um T70 Spider Canam.
 Este Lola foi entregue em Março de 1967 ao britânico John Mecom e depois vendido ao piloto mexicano Moises Solana. Após anos a correr no México e nos E.U.A., o Lola voltou a Inglaterra em 1987 onde participou em algumas provas de históricos. Em 2000 chegou a Portugal. Possui um motor Chevrolet V8. 
(foto: Rui Queirós)

  Quanto ao Lola T70 MKIII #SL 136 pertence ao Carlos Barbot. Pela numeração é ainda um dos velhos MKIII e não a versão B que apresenta hoje. Este chassis está referenciado como sendo um dos 4 "Street Versions" construídos pela Lola.
Tem hoje a decoração típica da Ecurie Bonnier e possui um motor Chevrolet V8 com 5L com uma potência estimada entre os 480 a 520 CV. 
(foto: RG)

Texto: Rui Queirós.  Fontes consultadas: Automobile Historique Nº 32 e 33 (Dec/2003 e Jan/2004)

   Estava Jorge Girão a entrevistar Pedro Couceiro para o www.sportmotores.com quando a conversa foi interrompida pelo cantar do motor Chevrolet V8 do Lola T70 (#SL 73/109) que Miguel Pais do Amaral tinha posto a funcionar naquele momento, dentro das boxes do autódromo do Estoril. Impossibilitado o diálogo, Jorge Girão aproveitou para fazer estas imagens do belo protótipo que Eric Broadley desenhou nos anos sessenta.

                 fotos: Jorge Girão


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Lotus 62 # 62/02

 

         O Lotus 62 (#62/02) de Ernesto Neves foi adquirido em 1971, vendido em Angola em 1973, regressou a Portugal em 1975 e voltou novamente à posse de Néné nos anos 80.  Pouco tempo depois desta foto que Rui Queirós fez na Exponor de 1990, Neves vendeu este raro 62 (apenas dois exemplares construídos) para o Japão, perdendo-se assim mais um carro histórico português.

          Plano do Lotus 62 de Ernesto Neves, no Racing Car Show de 1987, na FIL    (foto: Fernando Pereira)

          Contraplano do mesmo Lotus 62, no Racing Car Show de 1987, na FIL            (foto: Fernando Pereira)

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         Em Fevereiro de 2005 surgiu este anuncio na revista Classic & Sportscar, com o Ford GT 40 #P1080 que tinha sido de Emílio Marta e que correu tanto em Angola como em Portugal. A história avançada pelos britânicos não está inteiramente correcta, pois antes de ser de Marta, o carro tinha sido importado para Ferreira Pires, piloto angolano que se distinguira ao volante de um Volvo 122S. Curiosamente, a aquisição do GT40 foi parcialmente suportada pela população de Carmona. Tudo começou quando Ferreira Pires sofreu um acidente com o Lotus Elan com que então competia, e o carro ficou totalmente destruído no incêndio subsequente. Solidários, os seus amigos do Uíge fizeram um peditório para adquirir um Ford GT 40 que efectivamente viria a ser importado (novo?) através da Robert Hudson Ltd. (representante local da Ford), tendo custado a quantia de 800.000$00 (4000€), livres de impostos, por especial deferência do Governo Civil local.  No Circuito de Sá da Bandeira de 1972, Ferreira Pires sofreu um despiste com o GT40, do qual resultou a morte de duas crianças. Após o acidente, Pires ficou muito afectado psicologicamente e nunca mais teve gosto em pilotar. Vendeu então o GT40 a Emílio Marta que o usou intensamente em Angola durante alguns anos. Como curiosidade, para seu uso particular, Ferreira Pires adquiriu um Porsche 911T, com o dinheiro recebido pela venda do Ford. Após a independência, o GT40 #P1080 veio para Portugal Continental com a família Marta e correu no circuito de Vila do Conde, tanto nas mãos de Emílio como do seu filho Carlos e ainda numa Rampa de Porto de Mós, onde acabaria por se despistar. Uma das últimas, senão mesmo a última prova deste carro em Portugal foi em 1979 quando Carlos Marta alinhou numa corrida do Campeonato de Iniciados    (clicar aqui para ver foto da partida)  (anuncio da revista Classic & Sportscar enviado por José Rebocho. Texto de José Rebocho com RG e apontamentos de António Roque publicados na página www.sanzangola.com )

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 Alfa Romeo 33 em Angola  

Embora com algumas imprecisões, uma carta de Roland Bloch para a revista Automobile Historique (nº8 Maio/Junho de 2001) veio dar-nos mais alguns detalhes sobre a história do Alfa Romeo T33 #33015 que foi de António Peixinho: "No que respeita ao Alfa Romeo T33 de Vacarella na Targa Florio de 1968 e 69, trata-se do chassis #33015. Tanto quanto julgamos saber, só se construíram dois chassis equipados com o motor 2500cc, este 015 e o 33020. O Alfa #33020 2,5 lts encontra-se no museu de Peter Kauss; o #33015 nunca foi inscrito nas 24 Horas de Le Mans. Parece que este carro terá sido vendido a um português de Angola, sem dúvida para ser inscrito nos 1000 Km de Kyalami. (???) Depois da prova, o carro ficou no local. Esse mesmo protótipo foi encontrado em Angola, no ano de 1985. Ao seu lado jazia um Lola T-70 e um outro veículo de competição. Foi percorrendo Angola em plena guerra civil que um amigo meu encontrou este carro. Quatro anos correram para conseguir retirar este Alfa de Angola. Em cada viagem era necessário renegociar com novos homens. Por fim, em 1989 o carro foi carregado num contentor para ir para França, mais exactamente para uma casa de campo da região de Auxerre. Como detalhe para a história, depois do exame do Alfa Romeo, e em particular, do interior do depósito de combustível vazio, descobriu-se uma cobra Piton mumificada, sem dúvida morta após ter entrado para o depósito e não ter conseguido escapar. Este meu amigo guardou o T33 durante alguns anos, tendo em vista o seu futuro restauro, (carro completo, mecânica desmontada) e só lhe faltava a carenagem em "plexiglass" de um dos faróis. Mais tarde, ele desfez-se do carro por motivos profissionais. O carro foi vendido num leilão,  por 120 000€,  a um conhecido coleccionador italiano. Em 1999, o Alfa foi restaurado em Itália por Giordanego e sem dúvida veremos este carro em corridas históricas (NDR: o que efectivamente aconteceu no Le Mans Classic de 2003). Nunca foi possível de esclarecer com precisão a história deste carro, pois após o desmantelamento da Auto-Delta e do interrogatório a Carlo Chitti, todos os arquivos foram literalmente atirados fora e espalhados pela natureza."

Torna-se claro com esta carta (que complementava um artigo sobre os Alfa Romeo T33) que a longa carreira desportiva do Alfa T33 de Peixinho (ver Protótipos e GT's em Portugal, 1966-1985)  é quase totalmente desconhecida dos aficionados e coleccionadores estrangeiros. Mas esta intervenção levanta-nos duas dúvidas suplementares: 1- Que Lola T-70 seria o referido na missiva? Ou seria um T-292 ou mesmo um T-212?  2- Quem será à luz do direito internacional, o proprietário legal deste Alfa Romeo ou do Lotus 47 que apresentamos abaixo? É que, segundo parece, os carros nunca terão sido vendidos a ninguém pelos seus legítimos proprietários portugueses...

NDR:  Mr Roland Bloch, si vous voulez savoir um peu plus de details sur l´histoire portugaise de l'Alfa #33015, ecrivez nous,  s'il vous plaît:  sportscar_portugal@hotmail.com

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       Um dos três Lotus 47 que correram em Angola  foi descoberto por suecos que trabalharam na antiga província ultramarina entre 1984 e 1989 e que nos tempos livres se dedicavam a descobrir carros interessantes deixados pelos portugueses.  Nessas pesquisas descobriram este Lotus na posse de um Peixeiro que após alguma negociação, o trocou por um velho Volvo 240 e algumas centenas de dólares. O comerciante piscícola entregou o carro a andar no local combinado, embora o cantar do motor fizesse lembrar o de um velho VW Carocha!... Como parece indicar a pintura algo artesanal, desconhecida do período português, este 47 terá provavelmente continuado a correr após a independência de 1975. Na altura desta imagem, era notório o mau estado do conjunto (que entretanto já foi recuperado). O número de chassis (#47-GT-84) indica que foi o último 47 construído, o que significa que não é nenhum dos carros ex-CNV vendidos para Angola, mas sim, quase certamente, um terceiro Lotus 47 importado directamente e que (entre outros nomes) foi pilotado por Emílio Marta.   (foto colecção de Dennis Kullman, http://home.swipnet.se/kullman/index.htm Texto: DK / RG)

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      O GRD S-73 originalmente adquirido para Ernesto Neves,  que depois pertenceu a Carlos Santos e que mais tarde foi transformado em Bravo-Ford, foi adquirido por um entusiasta e coleccionador que o fez retomar a forma e esquema cromático originais. Os trabalhos de carroçaria foram de alguma dimensão, nomeadamente no que diz respeito aos faróis (eliminados no projecto do Eng. Bravo Marinho) e aos apêndices aerodinâmicos, tendo o resultado final ficado bastante próximo do modelo original. A pintura actual evoca as cores do Cartão Sottomayor, principal patrocinador dos carros de Ernesto Neves em 1971 e 1973.  Num país em que estas iniciativas são pouco comuns, importa enaltecer o trabalho e o gosto do proprietário deste protótipo que animou as pistas e rampas nacionais entre 1973 e 1981. Durante algum tempo, este GRD chassis #072 poderá ser visto no Museu Automóvel de Oeiras.   (foto: Alberto Grilo)

    Os GRD em Portugal    

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       Unipower GTS 1300.  Este carro que foi muito anos pertença do bracarense Jorge Loures é o único exemplar em Portugal dos cinco Unipower construídos de raiz para competição. Tem chassis tubular e carroçaria em fibra de vidro. O motor é um 1275cc idêntico aos dos Cooper S e as suspensões são análogas às dos fórmula 3 da época.  A produção total de modelos de estrada e competição foi de apenas 75 unidades.  Após cerca de 25 anos de abandono, este carro foi adquirido por Rui Sanhudo, aficionado Vila Condense, e regressou às lides no Circuito Centenário do ACP em VC2 e de novo aqui no Estoril Historic Festival.  Cobiçado entre os coleccionadores estrangeiros, é um dos poucos exemplos de carros históricos do CNV que permanecem nas mãos de aficionados portugueses.  (texto RSanhudo/JMF/RG)

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O MISTÉRIO DOS DE TOMASO PANTERA DO CNV

         No texto de introdução, falámos do De Tomaso Pantera de Celestino Pereira. O carro foi efectivamente vendido para fora do país e,  julgamos que pela primeira vez em Portugal, apresentamos aqui uma foto do carro, num encontro de clássicos nos Estados Unidos da América. Note-se que o novo proprietário optou por preservar quase exactamente as cores do CNV português.     (foto: cortesia de Tiago Marques)

        O antigo carro de Tino Pereira foi o único De Tomaso Pantera convidado a participar no Monterey Historic Festival nos EUA. Na foto, retirada da página da P.I. MotorSPORTS Inc, o De Tomaso segue à frente de um Porsche 908/02  "Flunder" (# 908-005 ?) e um Ferrari 250 GTO. Ou seja, pelo nível dos carros admitidos nas corridas de Monterey, verificamos que nos Estados Unidos atribuem uma importância ao carro português que nunca lhe seria dada em Portugal!
Em 2004, ano desta foto, o "Pantera" encontrava-se à venda em www.pim.net   Mas, recomendamos alguma prudência na interpretação do historial do carro, avançado na altura pelo comerciante norte-americano e por outras páginas da net que referem o mesmo veículo.     (informação: cortesia de José Correia)

         Clássicos Portugueses: Outra foto retirada do mesmo site  www.pim.net  que mostra o De Tomaso Pantera ex-Tino Pereira ao lado do que parece ser um dos dois Lotus 62 produzidos. Ou seja, se estiver correcta a nossa interpretação, poderá tratar-se do antigo carro de Ernesto Neves (#62-02) , que na sua versão final, foi repintado de vermelho e branco.

      Para confundir mais o que era tido como certo em Portugal, o nosso amigo José Correia enviou-nos esta foto de um anuncio de venda do De Tomaso Pantera de Tino Pereira (Chassis #07402)...  em França!!!  (por 77000€)   Ou seja, ou alguém anda a mentir quanto ao historial dos De Tomaso Pantera, ou efectivamente Tino Pereira possuiu mais do que um destes carros. Isto apesar da imprensa da época referir as evoluções que ia sofrendo o mesmo carro e nunca ter aflorado minimamente a hipótese de ter havido mais do que um carro. Atente-se a este texto, sobre este #07402, igualmente enviado por José Correia: 

 Jean GRAZZIANI, propriétaire de deux magnifiques Pantera Groupe 4.
Aujourd’hui nous allons vous présenter la # THPNPM 7402, que nous avons
découvert lors des 6 heures de Dijon.
Cette Pantera est à l’origine une modèle L de couleur blanche.
Vendue en 74 à un pilote portugais nommé Pereira qui a utilisé de nombreuses
autres Pantera GR4 et GR3, celui-ci profite des excellentes relations qu’il a
avec pour la faire convertir en GR4 afin de participer au championnat portugais.
Il participera ensuite avec cette pantera à de nombreuses courses au Brésil.(...)

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     Este GRD S-73 chassis #021 foi colocado à venda numa conhecida página britânica. Seria apenas mais um protótipo se no historial não referisse que este GRD tinha corrido no CNV português, em 1973. Que carro será? Os dois chassis GRD nacionais que conhecemos tinham os números 071 e 072. Este #021 poderá eventualmente ser o carro de David Walker que correu em Vila Real e cujo número de chassis desconhecemos. Ou então fará parte de um dos muito mistérios sobre os carros de corrida nacionais, com que temos deparado nos últimos tempos.

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Desde meados dos anos 90 que o gosto pelos carros dos anos 60 e 70 se tem vindo a desenvolver de modo tal que actualmente, as corridas do Campeonato Nacional de Clássicos se sobrepõem em número de participantes, interesse histórico e atracção de aficionados, a todas as outras modalidades da velocidade nacional. O parque automóvel é de classe internacional, contando com alguns GT de grande nível (Ferrari Daytona, Porsche Carrera RSR) e com um número apreciável de protótipos (a que muito erradamente agora se chamam "barquetas") entre os quais alguns Chevron B-19, um Lola T-290, um March 74S e um Lola T-212.

Estranhamente, num momento em que os carros de competição "clássicos" estão tão em voga, é confrangedor verificar que a nível da preservação dos exemplares originais que fizeram a história do nosso automobilismo desportivo, a preocupação é pouco mais do que incipiente.  Embora a situação já tenha sido bem pior, ainda são escassos os coleccionadores nacionais que se dedicam a este importante tema, e a sorte da  maioria dos carros de competição portugueses é serem transformados em vulgares viaturas de estrada ou acabar nas mãos de coleccionadores estrangeiros. Como exemplos desta última hipótese, apenas referimos uma pequena parte desse peculiar produto de exportação: os Porsche 906 de Américo Nunes e Carlos Santos, o Aurora Porsche Spyder, o Lotus 62 de Ernesto Neves, o Carrera RSR de Giannone,  o Ford GT40 de Emílio Marta, o Alfa Romeo 33 de António Peixinho ou o De Tomaso Pantera de Tino Pereira. Mas muitos mais houve que deixando o nosso convívio, abrilhantam actualmente muitas colecções de carros de competição, um pouco por todo esse mundo fora, em detrimento de um hipotético Museu Português do Automóvel de Competição.

RG

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sportscar_portugal@hotmail.com